On March 20, 2022, the Minister of Health, ruralist Luiz Mandetta, proclaimed the extinction of Sesai, the department responsible for indigenous health. A week later, ethnic groups from various regions of Brazil arrived in the federal capital to protest against the measure. Indigenous peoples, who have suffered attack after attack, are currently facing the threat of Marco Temporal.
Olhares para os Direitos Humanos
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No dia 20 de março de 2022, o ministro da Saúde, o ruralista Luiz Mandetta, proclamou a extinção da Sesai, órgão responsável pela saúde indígena. Uma semana depois, etnias de várias regiões do Brasíl chegaram à capital federal para se manifestar contra a medida. Os povos indígenas, que vêm sofrendo ataques após ataques, atualmente enfrentam a ameaça do Marco Temporal.
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O Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou que o Brasil registrou 722 feminicídios no 1º semestre de 2023, o maior número desde 2019. Houve um aumento de 14,9% nos casos de estupro e 2,6% nos feminicídios, em 2022, em comparação com o ano anterior. Na foto, ato em Brasília (DF) pelo combate ao feminicídio. (isabelle.araujo90@gmail.com)
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Irmãos em situação de rua recebem cobertor e marmita da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de São Paulo.
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Carceragem provisória da 20ª Diretoria Seccional da Polícia Civil de Pernambuco
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Aldeia Rio Silveira, em Bertioga (SP)
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A noite dos Mamaés (Xingu, 2016) Essa é uma celebração de passagem em que o espírito do homem vai habitar a aldeia dos mortos. Acontece durante o ritual do Kuarup, quando os espíritos dos ancestrais retornam à aldeia para levar aqueles que morreram recentemente para o Ivati, o céu dos xinguanos. Mamaé quer dizer espírito.
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As crianças devem ser prioridade em qualquer sociedade que almeje um futuro melhor. Educação e saúde devem ser garantidas para todas elas, independente de classe social. (contato@agm.art.br)
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Uma pessoa pega restos de alimentos na caçamba de descarte do Mercado Municipal de São Paulo (2021). A fome volta a flagelar o Brasil, que já tinha sido excluído do mapa da miséria.
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Em julho 2016, os indígenas Fulni-ô estiveram no Rio de Janeiro. Naturais do Nordeste, eles se manifestam por meio da dança e da música, mas o seu maior símbolo cultural é a presenvação do idioma nativo, transmitido por gerações. É de extrema importância lembrar que todos os povos contribuem para a diversidade e a riqueza das civilizações e culturas.
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Dona Nilza recebe carinho das filhas, Jaqueline e Rosângela. Jaqueline mora com a mãe e costuma ir à feira buscar doações de comida. Rosângela é pastora e liderança comunitária. Mesmo com pouco, trabalha incansável para ajudar sua comunidade. (Documentação sobre a volta da fome no Grande Rio, realizada para a Ação da Cidadania - Vila Central, Rio de Janeiro, RJ, 2021)